Ela veio pra ficar, não há como freia-la,
Não se trata da liberdade de expressão
Liberdade de expressão é o que resta para os fracos
Que se juntam, erguem uma bandeira
E saem clamando por algo que nunca alcançarão,
Ora, não obstante, basta pouca gente infiltrada
Para alterar o foco daquilo que se busca alcançar
Este molde de unir-se para ter mais força
Está com seus dias contados,
Aí das instituições, corporações, e agrupamentos
Não há como negar: A LIBERDADE DE AÇÃO se sobreporá,
Pois, basta um único indivíduo agindo como célula dividida,
Eis o inferno de Dante, e o fim dos castelos.
Liberdade de expressão pode ferir, pode até destruir um ou outro,
Já viram sátiras para gordos, loiras, favelados e tantas outras minorias?
A sátira é o modo sutil dos covardes para desencadear o ódio, nunca o contrário
Já viram sátiras para gordos, loiras, favelados e tantas outras minorias?
A sátira é o modo sutil dos covardes para desencadear o ódio, nunca o contrário
Enquanto, na liberdade de ação, basta um indivíduo e uma faísca,
O fogo e o inferno é o que se constata a uma miríade de
humanos.
É, apenas uma constatação: o indivíduo já se sobrepõe ao grupo.
Foto sacada no Paraguay
Hermes Machado é escritor paulistano que vive na Baixada Santista. Antes de iniciar a carreira literária atuou como guia para congressos nos Estados Unidos, foi executivo de empresas e gestor de negócio próprio. É autor do romance Vitória na XXV, possui contos e crônicas em sites e jornais impressos no Brasil e exterior.
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